Vamos falar sobre as embalagens onde são, normalmente, colocados os azeites para ficarem a disposição dos consumidores finais seus problemas, suas vantagens

Vamos falar aqui sobre as embalagens onde são, normalmente, colocados os azeites para ficarem a disposição dos consumidores finais seus problemas, suas vantagens. Discorrer sobre esse tema sempre é interessante, pois entendemos ser ele de maior relevância no que tange a conservação dos azeites de oliva que  ficam ou estão expostos  e a nossa disposição nos diversos  pontos de vendas.

É preciso considerar que o azeite de oliva para se manter em seu ponto  mais integro possível precisa de vários cuidados com a  conservação. Um desses cuidados, e aqui vamos tratar especificamente disso,  é justamente termos em mente que esse produto alimentar, dependendo de como ele está embalado, pode  acelerar  sua oxidação e, por via de consequência, com perdas importantes  em sua parte nutricional, de sabores e aromas.

Os polifenóis, que são a parte mais importante dos azeites de qualidade e que são apenas 2%  de sua composição, com a má embalagem , vão sumindo gradativamente em um processo mais acelerado quando o  mesmo está mal  conservado, chegando ao ponto , dependendo do tempo em que ele fica em embalagens inadequadas , de sumirem completamente, tornando o azeite como uma gordura qualquer.

É costume corrente  e, isso vale para muitos restaurantes, às vezes até com uma certa fama ,  de os mesmos comprarem azeites em embalagens de plástico de 5 litros por preços bem acessíveis e convidativos e preencherem garrafas de 500 ml e 250 ml colocando nos bufes e nas mesas onde seus clientes e frequentadores estão ou vão fazer suas refeições. Esses azeites, é lógico, são em geral refinados, uma gordura que em termos nutricionais e de saúde são iguais aos diversos  óleo comestíveis ou qualquer outro tipo de gordura.

Plástico é uma embalagem totalmente inadequada para armazenar esse produto  independente da cor do mesmo. Latas (exceção aos inoxidáveis inertes) também seguem o mesmo  caminho. Potes e ânforas de cerâmica idem. Essas são formas e processos  para  armazenar que além de não ajudarem em nada como relação a qualidade dos azeites de uma maneira geral produzem reações químicas com o mesmo acrescendo a ele substancias não  adequadas para saúde.

Vidros, todos tem lá seus problemas com relação a conservação do azeite, embora, ainda sejam os que produzem menos danos ao mesmo, por serem inertes.

Todos vidros deixam passar a luz uns são piores que os outros mas, ainda, como dissemos são os melhores recipientes. Mais recentemente azeites estão sendo embalados em “bag box”. Embalagens que em geral são feitas para armazenar 2 ou 3 litros são excelentes , pelo que se sabe, recipientes de armazenamento, protegem o mesmo  da luz e do ar  e também limitam muito a ação da temperatura.

O material do bag, em contato com o azeite, também é inerte, no entanto, são inadequados para restaurante e bares por não ser uma embalagem de fácil manuseio.  O processo para  se consumir azeites de qualidade sempre passa por essa observação de cuidado com as embalagens. Existem na Europa legislações disciplinando esse tipo de tema visando dar ao consumidor a certeza de que está consumindo um azeite mais integro.

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